Responsabilidade ambiental: é importante assumir?
No mercado contemporâneo, a menos que você crie um novo segmento, você encontrará competição. Nesse sentido, os investimentos crescem na mesma medida em que as margens diminuem. Não há, portanto, espaço para erros crassos. A falta de responsabilidade ambiental, sem dúvida, é um deles.
A legislação pode variar de cidade para cidade, mas o espírito das leis estará sempre em consonância com diretrizes como a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Além disso, medidas indispensáveis como a contratação de seguros podem se tornar inviáveis caso você não tenha um plano para minimizar riscos e conter danos.
Como defender um direito de todos
O meio ambiente é um direito de todos. Portanto, é um direito difuso. Ao mesmo tempo em que é direito, é também dever. Porém, a responsabilidade ambiental é proporcional ao potencial de impacto.
Em outras palavras, ainda que jogar papel no chão e poluir córregos com mercúrio sejam iguais do ponto de vista ético, há uma diferença objetiva no impacto que cada ação causa.
O importante é entender que todas as ações se conectam, uma vez que causam impacto no mesmo planeta. Assim sendo, ninguém “ganha” poluindo. Com esse entendimento, a mudança de mentalidade se torna orgânica.
E é exatamente com essa mudança de mentalidade que as marcas podem se diferenciar num ambiente competitivo. Por meio de uma comunicação integrada às ações, é possível atrair consumidores cada vez mais engajados.
A COP27 deve trazer novidades importantes sobre responsabilidade ambiental
De 6 a 18 de novembro, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas reúne chefes de estado, empresários e ativistas no Egito, com o objetivo de costurar acordos para conter o aquecimento global.
Espera-se uma maior urgência na COP27. Não só na busca por consenso, mas também pelo arrojo nas metas. E, a partir das metas, uma série de mudanças na legislação podem acontecer, para torná-las viáveis.
A Capellato e Galvão possui um time de especialista do Direito que atuam em diferentes áreas. Isso significa que sua empresa pode fazer, por exemplo, compliance ambiental, adequando processos e condutas para um modelo sustentável.
Mais do que evitar infrações e penalidades, você estará dando os primeiros passos para construir uma filosofia em acordo com o novo mundo, que pensa no dia de amanhã e não aceita poluidores.
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